Anemómetro de Robinson

Nº INVENTÁRIO: 402709/338

DESCRIÇÃO:

É usado para medir a velocidade e a direção do vento. É constituído por um anemómetro de copos hemisféricos feitos de cobre, um cata-vento, uma bússola e um contador de voltas. Estes instrumentos estão guardados numa caixa de madeira, com encaixes apropriados a cada um. Na parte exterior da caixa, está colada uma etiqueta de papel com o número 4568 e a palavra “Anemómetro”. O contador de voltas tem o n.º de série 22195, inscrito no mostrador. Na parte de trás, tem a inscrição “Únicos Agentes, Carlos Cudell Goetz, Lisboa-Porto”. Data: 1936; Construtor: R. Fuess (Berlin-Steglitz)

Areómetro de Nicholson I

Nº INVENTÁRIO: 402709/344

DESCRIÇÃO:

É usado para medir a densidade de sólidos ou de líquidos, com base no princípio de Arquimedes. É constituído por um flutuador cilíndrico de metal, com um prato, de forma circular, na parte superior que serve para colocar os pesos. Na parte inferior, tem pendurado um lastro de chumbo de forma cónica. Tem uma caixa de madeira, sem tampa, onde está guardado, com uma etiqueta de papel com o nome, “Areómetro de Nicholson” e, gravado na madeira, o número "3888". 

Data: adquirido em 1915. Consta do Catálogo do Laboratório de Física do Liceu Rodrigues de Freitas, de Álvaro R. Machado - 1916; página 43, ref.ª 13.

Areómetro de Nicholson II

Nº INVENTÁRIO: 402709/345

DESCRIÇÃO:

É usado para medir a densidade de sólidos ou de líquidos, com base no princípio de Arquimedes. É constituído por um flutuador cilíndrico de metal, com um prato côncavo, de forma circular, na parte superior, que serve para colocar os pesos. Na parte inferior, tem pendurado um lastro de chumbo de forma cónica. Tem uma caixa metálica de forma cilíndrica onde está guardado. 

Data: anterior a 1910. Consta do Catálogo do Laboratório de Física do Liceu Rodrigues de Freitas, de Álvaro R. Machado - 1916; página 24, ref.ª 31

Torniquete hidráulico

Nº INVENTÁRIO: 402709/347

DESCRIÇÃO:

É usado para demonstrar as pressões exercidas pelos líquidos nas paredes dos vasos recipientes que os contêm. Serve também para demonstrar a ação-reação das forças. Este modelo é composto por um reservatório metálico circular e por um balão de vidro em forma de pêra, aberto na parte superior. Na parte inferior, o balão tem dois tubos finos abertos e encurvadas em sentidos opostos. Na parte inferior, tem uma reentrância vertical que permite que o balão seja pousado sobre um eixo vertical existente no centro do reservatório e assim rodar livremente em torno desse eixo. 

Consta do Catálogo do Laboratório de Física do Liceu Rodrigues de Freitas, de Álvaro R. Machado - 1916; página 22, ref.ª 16.  Data: 1916

Provavelmente fabricado para a Escola. Existe uma peça de vidro suplente.

Perfil de torneira

Nº INVENTÁRIO: 402709/388

DESCRIÇÃO:

Corte esquemático de uma torneira de compressão, permitindo visualizar e estudar a mecânica interna.

Volumenómetro de Deyrolle

Nº INVENTÁRIO: 402709/496

DESCRIÇÃO:

Consiste num vaso de vidro, fixo num tripé metálico, com um ramo lateral donde sai um tubo de vidro fino com um anel metálico móvel, que serve de marcador, e que termina numa torneira para remoção do líquido no vaso.
É usado para demonstrar o Princípio de Arquimedes. Permite determinar rapidamente o volume de um corpo, por muito complexa que seja a sua forma exterior fazendo imergir o corpo no recipiente cheio de água, o que provoca um deslocamento de um volume de água e faz subir o nível da água no recipiente; a água é deixada correr até que o nível original seja restaurado, o volume de água retirado do recipiente corresponde ao volume do corpo a ser medido. Tem a inscrição DEYROLLE PARIS

Aparelho de vasos comunicantes

Nº INVENTÁRIO: 402709/497

DESCRIÇÃO:

Consiste num reservatório com ligação a quatro tubos interligados pela base, de direntes formas. Enchendo o reservatório com água (ou outro líquido homogéneo), esta atinge o equilíbrio/ o mesmo nível de altura em todos os tubos, independentemente da sua forma ou volume. Esse equilíbrio ocorre devido à igualdade de pressão na mesma profundidade

Consta do Catálogo do Laboratório de Física do Liceu Rodrigues de Freitas, de Álvaro R. Machado - 1916; página 22, ref.ª 12.  Data: 1916.

Data: 1910. Construtor: Max Kohl

Aparelho de Haldat

Nº INVENTÁRIO: 402709/498

DESCRIÇÃO:

Instrumento usado nas aulas de Física para mostrar que a pressão de um líquido no fundo de um recipiente depende apenas da altura do líquido, e não do formato do vaso. O aparelho é montado sobre uma base de madeira que sustenta um tubo de metal preenchido com mercúrio. Numa das pontas deste tubo, pode-se encaixar um recipiente de vidro, de formatos diferentes (existem dois). Enchendo o vaso com água, o peso do líquido gera uma pressão no fundo que empurra o mercúrio através do tubo metálico. Na ponta oposta, o mercúrio sobe por um tubo de vidro estreito, e a altura atingida é registada com a ajuda de um anel de metal móvel que corre por fora do vidro. O tubo de vidro estreito está partido.

Consta do Catálogo do Laboratório de Física do Liceu Rodrigues de Freitas, de Álvaro R. Machado - 1916; página 22, ref.ª 9.  Construtor E. Ducretet. Data: anterior a 1910.

Máquina pneumática de Bianchi

Nº INVENTÁRIO: 402709/501

DESCRIÇÃO:

É constituído por um cilindro oscilante, duplo esgotamento de Babinet, um corpo de bomba em metal, uma platina em metal de 27 cm. Está montada em base separada.  Servia essencialmente para criar o vácuo (ou rarefazer o ar) dentro de um recipiente de vidro. Integrou a exposição “Baú da Física e Química - Instrumentos antigos de Física e Química nas escolas secundárias em Portugal” que decorreu entre 18 de janeiro e 10 de fevereiro de 2008 na sala de exposições da Capitania – Câmara Municipal de Aveiro, e consta no catálogo dessa exposição.

Consta do Catálogo do Laboratório de Física do Liceu Rodrigues de Freitas, de Álvaro R. Machado - 1916; página 28, ref.ª 78.  Construtor Max Kohl. Data: anterior a 1910.