Estruturas cristalinas dos minerais

Nº INVENTÁRIO: 402709/142

DESCRIÇÃO:

Conjunto de duas caixas com 8 representações de molde a ilustrar o empacotamneto dos átomos na estrutura cristalina dos minerais. Estão representadas as estruturas da fluorite, da perovsquite, da halite, da blenda (numa das caixas) e da wurtzite, dacalcite, da calcopirite e da olivina na outra caixa. Estes modelos eram utilizados no ensino da mineralogia e da química estrutural. Os modelos são constituídos por bolas (incolores, verdes, azuis escuras, vermelhas e amarelas) que representam os diferentes átomos na estrutura cristalina. Cad caixa ainda possui mais algumas bolas soltas para os alunos montarem estruturas. As caixas identificam a empresa produtora: ESTRUTURAl, com sede em Lisboa. Cada caixa ainda tem umas folhas datilografadas com as respetivas descrições dos modelos.

Coleção de rochas/minerais de Portugal

Nº INVENTÁRIO: 402709/143

DESCRIÇÃO:

A coleção aprensenta-se numa caixa retangular de madeira. Na base da caixa há divisões numeradas onde estão as amostras de rochas/minerais (faltam algumas) recolhidas em várias partes de Portugal continental (60 espaços no total). Os números estão também referenciados na carta geológica, de 1952, que está colada na tampa interior da caixa. Cada número rrpresenta assim um local do nosso país onde foi reclhida a amostra. O conjunto foi enviado pelo Ministério da Economia; Secretaria de Estado da Industria; Direção-Geral de Minas e Serviços Geológicos (que devem ter sido os coletores e organizados da caixa).

Coleção de minerais

Nº INVENTÁRIO: 402709/394

DESCRIÇÃO:

Coleção de 200 minerais em pequenos tubos de vidro fechados com uma rolha de cortiça. Os frascos estão inseridos em espaços numa caixa de madeira. Os frascos estão numerados e há uma legendagem dos minerais escrita em alemão, daí a conclusão que a origem da coleção é alemã.

Escala de dureza de Mohs

Nº INVENTÁRIO: 402709/395

DESCRIÇÃO:

A escala de dureza de Mohs quantifica a dureza dos minerais, ou seja, mede a resistência que um mineral tem em relação a outro mineral, ou a outro material. Esta escala foi criada em 1812 pelo mineralogista alemão Friedrich Mohs. 
Em falta está o grau 10.

Construtor: Deyrolle (segundo catálogo de 1929). 

Escala de fusibilidade

Nº INVENTÁRIO: 402709/396

DESCRIÇÃO:

Escala de fusibilidade com kits para testes mineralógicos. Série de minerais formando uma escala de 6 graus, numa caixa. A escala de Kobell foi proposta por Franz Von Kobell, em 1837, para classificar a fusibilidade dos minerais. O ponto de fusão dos minerais refere-se à temperatura em que a amostra passa do estado sólido ao estado líquido. Construtor: Deyrolle (segundo catálogo de 1929).
Há duas caixas no Museu.